O secretário de Estado da Segurança
Pública, coronel Aramis Linhares Serpa, o deputado
Estadual Neivo Beraldin (PDT) e o prefeito Barbosa Neto
participaram na terça-feira (27) de audiência
pública em Londrina com órgãos representativos
e autoridades locais. O encontro aconteceu na Associação
Comercial do município, às 16 horas.
“
Serpa este é um momento histórico para
a cidade. Conversei com o governador Pessutti e ele disse
que Londrina será aquinhoada com mais policiais.
O governador disse que já chamou 1.100, está convocando
outros 400, mais 600. Nós precisamos de mais policiais".
A frase é do prefeito Barbosa Neto e foi pronunciada
durante a audiência pública sobre segurança,
no auditório da Associação Comercial
e Industrial de Londrina (ACIL).
“A população quer segurança.
Quer tranqüilidade. A chamada sensação
de segurança de Curitiba não é sentida
aqui em Londrina. Infelizmente, precisamos ter de volta
sensação de segurança”, afirmou
o prefeito. Conforme Barbosa, os investimentos em segurança
nos últimos 20 anos, foram direcionados para a
Capital, em cerca de 74%.
O prefeito falou também que o município
tem feito a sua parte quando o assunto é segurança
pública e disse que em menos de um ano na prefeitura,
já criou a Guarda Municipal que está em
treinamento. “A previsão é que no
dia 1 de Julho ela já esteja nas ruas. Ela vai
atuar em conjunto com as polícias Militares, Civil,
Federal e os Conselhos Comunitários de Segurança”,
afirmou.

Prefeito Barbosa Neto,
deputado Neivo Beraldin, secretário de Estado de Segurança
Pública, coronel Aramis Linhares Serpa e demais
autoridades presentes na Audiência Pública
de Segurança em Londrina. (Foto: Luiz Jacobs)
O deputado Neivo Beraldin
destacou que o Paraná vive uma epidemia do crack, sendo que
95% dos homicídios estão ligados à droga. “Apresentei
ao Governo Estadual uma emenda Aditiva, para o orçamento
de 2010, onde pedi R$ 8 milhões para a construção
e manutenção de Clínicas de Recuperação
para atendimento a dependentes químicos nas cidades
de Curitiba, Londrina, Campo Mourão, Foz do Iguaçu,
Ponta Grossa e Francisco Beltrão. Penso que o
Estado neste momento não oferece um tratamento
especial para a recuperação dos dependentes
químicos. As famílias que não dispõem
de recursos continuam desesperadas, e seus vizinhos e
a sociedade num todo também. O Estado precisa
oportunizar a reintegração desses dependentes
de volta ao convívio social”, disse o parlamentar
ao público presente.
Assessoria de Comunicação
C.R.Fortes