SR NEIVO BERALDIN:
Senhor Presidente, Senhoras
e Senhores Deputados, eu venho a tribuna para destacar
um grande feito que considero que
merece destaque, que é a questão do Prefeito
de São José dos Pinhais, que o Deputado Ney
Leprevost acaba de anunciar a Casa.
O Prefeito de São Jose dos Pinhais, conseguiu em
Brasília 38 milhões de reais oriundos do
PAC para recolocar em torno de 500 famílias que
vivem ao lado do Rio Ressaca, em São Jose dos Pinhais.
Essas famílias vivem em lugar inadequado e, evidentemente,
que com esses 38 milhoes de reais, mais a contrapartida
de apenas 5% do município, teremos uma melhor qualidade
de vida para muitas pessoas naquele município de
São Jose dos Pinhais. Será canalizado o rio,
será feito o parque linear, enfim, quando um município
da região metropolitana e quando um município
do Estado consegue o êxito que conseguiu o Prefeito
Ivan Rodrigues, temos que destacar aqui na Assembleia Legislativa.
Falava de São Jose dos Pinhais, mas gostaria de
falar, também, dos demais municípios do Paraná.
Sabemos que 64% da receita que tem o Governo Federal é a
receita oriunda dos Estados e dos municípios. Esse
dinheiro vai para Brasília e tem que voltar onde
mora o cidadão: no Estado e no município.
Agora, de que maneira que os Prefeitos, que o Estado pode
buscar esses recursos? Evidentemente, que tem que ter uma
assessoria que elabore bons projetos que estejam adequados
ao sistema do Governo Federal para buscar esses recursos. É evidente
que São Jose dos Pinhais trilhou esse caminho. E
por que não os outros municípios não
devem trilhar o mesmo caminho? Devemos trilhas os caminhos
da competência técnica. Devemos buscar os
recursos que estão disponíveis no Estado,
por meio de bons projetos que sejam adequados com o nosso
Estado. E devemos buscar com bons projetos, aqueles projetos
que sejam adequados para buscar recursos federais.
SR NEIVO BERALDIN:
Senhor Presidente, Senhores
Deputados, não se faz
grandes novidades na vida publica se não tiver companhia
de uma assessoria técnica capaz de auxiliar o político.
Sabemos que a mesmice já esta ultrapassada. A mesmice
de simplesmente conquistar um mandato popular, a qualquer
custo, para continuar na vida sendo aquilo que fez no passado
ou no século passado, mas que ainda esta presente
em muitas partes no presente. Não vamos inovar,
não vamos transferir, não vamos conseguir
fazer com que a nossa economia no estado mude, não
vamos conseguir sensibilizar a nossa produção
agrícola se não ensinarmos ou não
orientarmos que a nossa produção não
deve ser simplesmente exportada como matéria-prima.
Devemos incentivar que
se agregue valor na nossa economia do Estado. Devemos
fazer com que a colheita aqui se transforme
em mão-de-obra, se transforme em impostos, se transforme
em renda parra nossa população do Estado.
Não é agradável ver que a nossa economia
estaja saindo do Estado simplesmente como matéria-prima.
Senhor Presidente, V. Exa. Me desculpe, mas é mais
fácil ouvir os blocos dos Deputados que falam no
Plenário do que aqui. Eu me retiro desta Tribuna.
Muito Obrigado!
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